Enfim, sábado. Não que venha o descanso, apesar da necessidade... mas é, desde 12:00h, oficialmente o fim de uma semana daquelas em que me senti morrendo um pouco, por ter de passar por cima de valores que antes julgava inegociáveis.
Quem disse que transformação não dói?
sábado, 18 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Cantarolando mentalmente...
Chuvas de Verão
Caetano Veloso
Composição: Fernando LoboPodemos ser amigos simplesmente
Coisas do amor nunca mais
Amores do passado, no presente
Repetem velhos temas tão banais
Ressentimentos passam com o vento
São coisas de momento
São chuvas de verão
Trazer uma aflição dentro do peito
É dar vida a um defeito
Que se extingue com a razão
Estranha no meu peito
Estranha na minha alma
Agora eu tenho calma
Não te desejo mais
Podemos ser
Amigos simplesmente
Amigos, simplesmente
E nada mais
Podemos ser
Amigos simplesmente
Amigos, simplesmente
Nada mais
Trazer uma aflição dentro do peito
É dar vida a um defeito
Que se extingue com a razão
Estranha no meu peito
Estranha na minha alma
Agora eu tenho calma
Não te desejo mais
Coisas do amor nunca mais
Amores do passado, no presente
Repetem velhos temas tão banais
Ressentimentos passam com o vento
São coisas de momento
São chuvas de verão
Trazer uma aflição dentro do peito
É dar vida a um defeito
Que se extingue com a razão
Estranha no meu peito
Estranha na minha alma
Agora eu tenho calma
Não te desejo mais
Podemos ser
Amigos simplesmente
Amigos, simplesmente
E nada mais
Podemos ser
Amigos simplesmente
Amigos, simplesmente
Nada mais
Trazer uma aflição dentro do peito
É dar vida a um defeito
Que se extingue com a razão
Estranha no meu peito
Estranha na minha alma
Agora eu tenho calma
Não te desejo mais
Assim, sem motivo.
domingo, 12 de setembro de 2010
Salve, salve, Nando Reis
Eu ando meio perdida no meio de tantas hipérboles.
"O mundo está ao contrário e ninguém reparou"
Sábio, sábio, Nando Reis
"O mundo está ao contrário e ninguém reparou"
Sábio, sábio, Nando Reis
sábado, 11 de setembro de 2010
Filminhos pro fim de semana
Então veio a vontade de filme. Um pra assistir junto e outro pra assistir sozinha, já que ninguém aqui tem paciênca para os meus filmes. =P
São eles:
Invictus, com Morgan Freeman e Matt Damon
e...
Coco antes de Chanel, com a 'parasempreAMELIE' Audrey Tautou.
Até tentei postar os trailers, mas o Blogger não quer incorporar os vídeos.
Se alguém tiver curiosidade, no YouTube tem tudo legendadinho. =P
São eles:
Invictus, com Morgan Freeman e Matt Damon
e...
Coco antes de Chanel, com a 'parasempreAMELIE' Audrey Tautou.
Até tentei postar os trailers, mas o Blogger não quer incorporar os vídeos.
Se alguém tiver curiosidade, no YouTube tem tudo legendadinho. =P
O milagreiro
Ó, só sei que mami mandou uns mimos. E esse aqui tá promovendo milagres em minha pele.
Derm Aox. Deixando uma balzaca menos velha e mais feliz.
Derm Aox. Deixando uma balzaca menos velha e mais feliz.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
No dia em que vim embora...
Sábado, Julho 29, 2006
Mudando. Frios na barriga, medos e toda a vontade de dar certo. Poderia ser mais fácil, mas se trata de mim, né? Então tem o umbigo ligado, a saudade que vai haver, a perspectiva do novo que sempre assusta e a confirmação de que não se pode mesmo esperar sempre que o outro facilite te dando segurança quando é você quem está no meio do turbilhão. Pequenas coisas que fazem o todo. A brincadeirinha (ou não) na hora indevida, o e-mail enviado a milhões de pessoas e dentre elas aquela que tanto incomoda. O não saber SER o outro quando este precisa da mão estendida. Esperança sim, mas não de tornar outra a outra pessoa... mas só de que ela um dia aprenda que aquela frase tão clichê é o grande segredo: quem ama cuida.
Estou indo. Pra aprender, crescer, construir... mas não tô abrindo mão de ser feliz!
Estou indo. Pra aprender, crescer, construir... mas não tô abrindo mão de ser feliz!
(De um blog passado. De uma pessoa que não sou mais)
Apaixonadamente
Composição: Francis Valle & Stelio Valle
Não é preciso fazer
Novas juras de amor
Nem é preciso tentar
Esquecer qualquer dor
Basta que essa paixão
Seja aquela paixão que outrora existia
Basta que eu te queira agora
Como eu queria
Deixa que os meus abraços
Tenham a força do olhar
Deixe que tuas palavras
Digam tudo que há
Não é possível saber
Como tudo voltou assim tão de repente
Nada se pode explicar apaixonadamente
Novas juras de amor
Nem é preciso tentar
Esquecer qualquer dor
Basta que essa paixão
Seja aquela paixão que outrora existia
Basta que eu te queira agora
Como eu queria
Deixa que os meus abraços
Tenham a força do olhar
Deixe que tuas palavras
Digam tudo que há
Não é possível saber
Como tudo voltou assim tão de repente
Nada se pode explicar apaixonadamente
Esboço de Canção - a escolha
Dias querendo começar um blog novo, já que esqueci (talvez para todoosempre) a senha dos blogs antigos. Aí veio a idéia do nome, pretensiosa que sou, nunca pensado por ninguém em toda internet. E já existia. Outra tentativa, mais outra, mais outra, mais outra. Então veio a música que toca em minha cabeça desde ontem, enqunto voltava do trabalho pra casa. Lavoura, nas lindas vozes de Roberta Sá e Ney Matogrosso. Tinha de ser musical, pra começar, pra seguir em frente.
Quatro da manhã
Dor no apogeu
A lua já se escondeu
Vestindo o céu de puro breu
E eu mal vejo a minha mão
A rabiscar
Esboço de canção.
Poesia vã
Pobre verso meu
Que brota quando feneceu
A mesma flor que concebeu
Perdido na alucinação
Do amor
Acreditando na ilusão.
Canto pra esquecer a dor da vida
Sei que o destino do amor
É sempre a despedida
A tristeza é um grão
Saudade é o chão onde eu planto
No ventre da solidão
É que nasce o meu canto.
No ventre da solidão é que nasce o meu canto...
Acho que assim dá pra começar.
Dor no apogeu
A lua já se escondeu
Vestindo o céu de puro breu
E eu mal vejo a minha mão
A rabiscar
Esboço de canção.
Poesia vã
Pobre verso meu
Que brota quando feneceu
A mesma flor que concebeu
Perdido na alucinação
Do amor
Acreditando na ilusão.
Canto pra esquecer a dor da vida
Sei que o destino do amor
É sempre a despedida
A tristeza é um grão
Saudade é o chão onde eu planto
No ventre da solidão
É que nasce o meu canto.
No ventre da solidão é que nasce o meu canto...
Acho que assim dá pra começar.
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